O ex-vereador Fernando Lucena (PT) é concorrente do ditador cubano Fidel Castro quando se fala em permanência no poder. Lucena caminha para a terceira década como presidente do Sindicato dos Garis do Rio Grande do Norte. Ele nunca pegou numa vassoura nem apanhou o lixo de nenhuma rua de Natal. Responde a vários processos na Justiça e, quando quer ser reeleito, cria uma tal urna intinerante e fica recebendo o voto dos seus subservientes. Não existe democracia a não ser a contratação de empresas controladas por familiares bem próximos e apadrinhados do presidente do " Sindicato do Lixo", para " ajudar" na coleta do lixo em Natal. O presidente da Urbana, Bosco Afo0nso tem os dados oficiais. Só falta liberar para a devida divulgação. Lucena é considerado, hoje, um dos homens mais ricos de Natal. Não foi eleito vereador. Perdeu a eleição. Ele e o Júnior Rodoviário, desbancado do peleguismo do Sindicato dos Rodoviários. A vez de Fernando Lucena não vai demorar a chegar. Os Garís já mataram a charada. Quem for vivo, verá.
ANTES DA POSSE / DEPOIS DA POSSE ... SIMPLESMENTE BRILHANTE !!!
ANTES DA POSSE O nosso partido cumpre o que promete. Só os tolos podem crer que não lutaremos contra a corrupção. Porque, se há algo certo para nós, é que a honestidade e a transparência são fundamentais. para alcançar nossos ideais Mostraremos que é grande estupidez crer que as máfias continuarão no governo, como sempre. Asseguramos sem dúvida que a justiça social será o alvo de nossa acção. Apesar disso, há idiotas que imaginam que se possa governar com as manchas da velha política. Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que se termine com os marajás e as negociatas. Não permitiremos de nenhum modo que nossas crianças morram de fome. Cumpriremos nossos propósitos mesmo que os recursos econômicos do país se esgotem. Exerceremos o poder até que Compreendam que Somos a nova política. DEPOIS DA POSSE
Dois juízes encontram-se no estacionamento de um motel e reparam que cada um estava com a mulher do outro. Após alguns instantes de ' saia justa ', em tom solene e respeitoso, um diz ao outro:
- Nobre colega, creio eu que o CORRETO seria que a minha mulher venha comigo, no meu carro, e a sua mulher volte com Vossa Excelência no seu.
Ao que o outro respondeu:
- Concordo plenamente, nobre colega, que isso seria o CORRETO. No entanto, não seria JUSTO, levando-se em consideração que vocês estão saindo e nós estamos entrando...
COMO ESCOLHER A MULHER IDEAL (Procurando 'O autor') É fácil! Basta compará-la a um automóvel . 1) Verifique o design.Deve ter bom porta-malas. Embora alguns prefiram, evite o modelo 'perua'. 2) Verifique o ano. 3) Observe o estado de conservação da lataria. 4) É boa de curvas? 5) É macia? 6) Possui 'air bag' duplo frontal de bom volume? 7) É econômica? 8) Faz pouco barulho? 9) Esquenta rápido? 10) Leve-a para um 'test drive'. Se a mulher passou em todos esses testes, lembre-se: por precaução, faça um 'leasing', porque, nesse meio tempo, pode surgir um modelo melhor e mais novo. Bem, sem revanche não tem graça... Então... COMO ESCOLHER O HOMEM IDEAL (Procurando 'A autora') Para saber se um homem é ideal, compare-o, também, a um automóvel. 1) Verifique o interior. Não se iluda com o design.
2) Verifique o ano. Os muito novos ainda precisam ser amaciados. Os muito rodados, além de pegarem os vícios de donas anteriores, costumam dar muito problema mecânico.
3) Ele é estável? Ou balança quando depara com qualquer curva?
4) Obedece ao comando com facilidade? Ele é ágil ou demora a responder?
5) É muito importante verificar a alavanca de câmbio. Deve ser de agradável manipulação. Faça o teste. Engata com facilidade ou costuma emperrar?
6) Fuja do que é movido a álcool.
7) Evite os muito barulhentos ou que emitam ruídos desagradáveis, como roncos e escapamentos desregulados.
8) O motor mantém temperatura constante? Ou é daquele tipo que esquenta rapidinho, percorre pequena distância e 'morre' logo em seguida? (hahahahahahahaha...!!! Essa é a melhor!!!)
9) Ou o que é pior.... De manhã nem com o afogador puxado???????
10) Leve-o para um 'test drive'. Se o homem passou em todos esses testes e lhe agrada, lembre-se: antes de adquirir, faça um contrato de locação e use-o por um ou dois meses. Nesse período, você ainda pode ter surpresas desagradáveis... Não esqueça!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
INVESTIGAÇÃO - Sede da Alda Ferreira de Lima, empresa que praticamente não lucra com agenciamento de artistas
05/03/2009 - Tribuna do Norte
Valdir Julião e Wagner Lopes - Repórteres
O Ministério Público Estadual (MPE) vai requisitar à Fundação Capitania das Artes (Funcarte) toda a documentação referente ao processo de contratação da empresa Alda Ferreira de Lima – ME, que foi a responsável pela intermediação dos shows artísticos realizados durante o Carnaval deste ano em Natal.
A coordenadora da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, promotora Keiviane Sena, informou, por intermédio da assessoria de imprensa do MPE, que o contrato firmado entre a Funcarte e a firma Alda Ferreira de Lima – ME será analisado e, no caso de ser observado algum indício de irregularidade, a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público deve instaurar procedimento investigatório sobre o caso. Este ano, a Funcarte pagou R$ 164 mil pela contratação dos shows com artistas locais, durante o carnaval, via a micro empresa.
Nos últimos dois anos a Alda Ferreira de Lima – ME assinou 15 contratos com o município de Natal. Destes, 13 foram fechados com a Funcarte, enquanto dois foram assinados com a Companhia Municipal de Serviços Urbanos (Urbana) para fornecimento de material de expediente, segundo consta no resumo dos contratos publicados no “Diário Oficial do Município”. No primeiro contrato com a Urbana, a validade era de um ano, mas os valores não estavam especificados na publicação. Já o segundo contrato com a empresa de limpeza tinha o valor de R$ 60.462,71.
Dos 13 contratos assinados entre a Funcarte e a firma Alda Ferreira de Lima – ME, o maior valor foi o acerto para o carnaval deste ano. Outro contato, no valor de R$ 55 mil, destinou-se aos serviços de criação, concepção e decoração do Carnaval 2009. O de menor valor – R$ 5,3 mil – foi para a contratação dos shows dos artistas Rodolfo Amaral e Banda, Perfume de Gardênia e Chiado na Chinela, também para o Carnaval.
Em 2008, a Funcarte fechou oito contratos com a mesma firma, importando em um volume de recursos de R$ 176,35 mil. Já no ano anterior, a instituição firmou cinco contratos com a Alda Ferreira de Lima – ME firmou quatro contratos, no total de R$ 225 mil, o maior deles no valor de R$ 180 mil, relativo ao agenciamento de cachê artístico para o elenco protagonista e coadjuvante que atuou no “Projeto Natal em Natal”.
Negociações
João Maria Soares, marido de Alda Ferreira (real proprietária da empresa contratada pela Funcarte), explicou que a esposa não sabia da negociação para o carnaval deste ano, como ela mesma declarou à TRIBUNA DO NORTE, porque o representante da micro empresa em Natal, Olívio Almeida, tem autonomia para negociar esse tipo de contrato. “Essa parte é toda com ele, que até me contou que estava fazendo essa intermediação, mas não tínhamos dito à minha esposa”, ressaltou.
Ele declarou que a empresa praticamente não tem lucros com esse tipo de negócio, mas também não chega a ser prejudicada, uma vez que os impostos referentes ao pagamento dos cachês são, geralmente, retidos na fonte. “Abrimos em 2004 e desde o início trabalhamos com esse agenciamento”, recorda. João Maria reconheceu, porém, que a receita da microempresa vem principalmente de atividades de papelaria e informática e que o agenciamento artístico está nas mãos de Olívio Almeida.
Fundação garante legalidade dos atos
A Fundação Capitania das Artes garantiu que não há qualquer irregularidade na contratação da empresa “Alda Ferreira de Lima – ME” para o pagamento de apresentações de bandas e cantores durante o carnaval 2009, em Natal. Segundo o secretário César Revoredo, a contratação não apenas é legal, como também a escolha da empresa partiu dos próprios artistas.
O procurador da empresa em Natal, Olívio Almeida, afirmou não ter havido qualquer favorecimento por parte da Funcarte e considerou a intermediação uma espécie de “propaganda, sem lucros”, para a micro empresa. Porém nem ele, nem o presidente da Funcarte souberam explicar o motivo pelo qual a empresa foi escolhida para intermediar quase todas as apresentações. A encarregada do Orçamento da Capitania, Zizi Nelson, citou uma única exceção: a empresa Green Point, que intermediou uma apresentação de Valéria Oliveira, por R$ 4 mil.
A Alda Ferreira de Lima – ME, por sua vez, recebeu R$ 164 mil da Prefeitura pela realização de 97 apresentações, envolvendo cerca de 60 bandas, cantores e grupos artísticos, durante os quatro dias de carnaval, nos diversos polos espalhados pela capital. O repasse chama a atenção não só por ter incluído a grande maioria dos shows carnavalescos, mas também pela empresa trabalhar ainda com comércio varejista, artigos esportivos, informática, locação de veículos, cartografia, entre outras atividades.
César Revoredo apresentou a certidão da empresa, emitida pela Junta Comercial, na qual está incluída entre suas atividades o “agenciamento de profissionais para atividades esportivas, culturais e artísticas”. Já Zizi Nelson confirmou que este não é o primeiro ano que a empresa presta serviços à Funcarte e garantiu que não houve favorecimento. “Os organizadores dos polos e quem faz os eventos é que define os artistas que têm mais a ver com o perfil de cada área. Nós os convidamos e são eles que dizem como querem receber.”
A preferência se dá pelo pagamento via pessoa jurídica uma vez que o recebimento direto, como pessoa física, representaria descontos de até 31% dos cachês, em tributos, enquanto através de empresas os descontos não costumam passar dos 10%. A assessora jurídica da Funcarte, Camila Cascudo, explicou que a licitação foi dispensada por se tratar de trabalho artístico, no qual a avaliação e comparação entre as opções é meramente subjetiva.
“Seguimos o modelo da gestão passada, com o qual até não concordo, de estipular valores fixos (o maior deles R$ 2.500) e chamar os artistas que foram definidos pelos organizadores de cada pólo, de acordo com o perfil das festas. Quando eles (os artistas) concordam com os cachês, eles é que definem a empresa pela qual querem receber. As que eles indicassem, nós contrataríamos”, afirmou César Revoredo, respaldado por Zizi Nelson. Ela mostrou, inclusive, os termos assinados nos quais os artistas indicam como preferem receber os valores. “Essa empresa já opera há uns cinco anos conosco”, lembrou, referindo-se a um dos possíveis fatos que atraíram os artistas para a negociação através da Alda Ferreira – ME.
Presidente da Cooperarte evita comentar o caso
O presidente da Cooperativa dos Artistas (Cooperarte), André Rockert, disse que a instituição já prestou serviços à Fundação Capitania das Artes há alguns anos, e confirmou que a Cooperarte não procurou e nem foi procurada para agenciar a contratação de artistas para apresentações durante o Carnaval. André Rockert também afirmou que não é prática comum da Cooperarte procurar diretamente instituições para intermediar contratos de artistas. Essa iniciativa, segundo ele, parte quase exclusivamente dos cooperados. “A Cooperativa funciona como um guarda-chuva jurídico para os artistas”, explicou. Muitos artistas não dispõem de notas fiscais e nem têm firmas abertas, mesmo individualmente.
Segundo Rockert, os artistas são autônomos e quando não procuram os contratantes diretamente, contam com os agenciadores de shows para realizarem esse papel profissional. Mesmo assim, ele disse que a Cooperarte pode dar uma contribuição a qualquer instituição, até mesmo “para dar mais agilidade” a contratação de artistas que carecem de um manto jurídico para atuar profissionalmente. Quanto ao caso da contratação da firma Alda Ferreira de Lima – ME para agenciar os shows durante o Carnaval, ele disse que não podia emitir uma opinião porque não conhecia o contrato e nem tinha tomado conhecimento sobre o que estava ocorrendo. “Desconhecia até o fato. Fica difícil opinar sobre um problema que não conheço a fundo”.
O diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, entregou nesta terça-feira uma carta ao presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), na qual pede afastamento definitivo do cargo após ser acusado de usar o irmão para esconder da Justiça a propriedade de uma casa avaliada em cerca de R$ 5 milhões.
Agaciel diz que não quer ser "empecilho" para as investigações na Casa e, por isso, disse que se tiver que deixar o cargo não quer que isso ocorra temporariamente.
Lula Marques/Folha Imagem
Agaciel é acusado de usar o irmão para esconder uma casa avaliada em R$ 5 milhões
"Eu preciso que o presidente Sarney diga se acata minha carta, mas quero ir além. Se estão pedindo para eu me afastar, quero me afastar em definitivo. Sou funcionário da Casa, não caí aqui de paraquedas." Sarney já aceitou o pedido de Agaciel.
Ontem, o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), e o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) defenderam o afastamento do diretor. Para os senadores, a manutenção do servidor no cargo afeta negativamente a imagem externa do Senado.
"[A manutenção de Agaciel] É altamente negativa para o Senado. Ele está crivado de suspeitas. Sou favorável ao afastamento imediato dele do cargo", disse Jarbas, que recentemente acusou de corrupção "boa parte" de seu partido.
O presidente do Senado recorreu ao TCU (Tribunal de Contas da União) para que o órgão também investigue as acusações envolvendo Agaciel.
Reportagem da Folha afirma que diretor-geral do Senado usou o irmão, o deputado João Maia (PR-RN), para esconder da Justiça a propriedade de uma casa avaliada em cerca de R$ 5 milhões.
Agaciel admitiu que não transferiu o imóvel para o seu nome, mas apresentou sua declaração ao Imposto de Renda que inclui a residência entre os seus bens. "Esse foi o meu único erro, como era um negócio fraternal, de família, não fui ao cartório transferir o imóvel, o que vou fazer agora", disse.
Ele afirmou que declarou o imóvel ao Fisco em 1996 porque não poderia "esconder a casa onde mora".